quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Escova Progressiva - Redução de Volume

ESCOVA PROGRESSIVA - REDUÇÃO DE VOLUME - CAUTERIZAÇÃO CAPILAR - SEM FORMOL - ACIDO GLIOXILICO



Olá meus amigos leitores, volto a tratar novamente de escova progressiva, pois é tanta gente fazendo este crime com sua propria saúde e com a dos outros que não podemos deixar de ficar batendo neste assunto, pois é só desta maneira, esclarecendo as pessoas que iremos parar, e os salões, deixarem de comprar produtos com ativos proibidos por Lei.
Resolvi publicar a  baixo um post do Dr. Ademir Carvalho Leite Junior, em seu blog sobre tricologia, em que ele fala do porque ainda muitas mulheres pedem e seus cabeleireiros fazem progressivas com formol ou acido glioxilico..., este post foi feito em 12/11/2013

Por que você ainda pede para fazer escova progressiva com formol quando vai a um salão?

"Tenho observado muitas de minhas pacientes relatando que ainda fazem escovas progressivas com formol.

Muitas delas chegam chorando em minha clínica reclamando que seus cabelos estão feios e quebradiços.

Contam ainda que sempre usaram formol, que usam há anos e nunca tiveram problemas. Chegam até a dizer categoricamente que certamente não foi o formol que causou danos aos seus cabelos. Na verdade, tenho certeza que quando usam este argumento é porque gostariam de acreditar que não foi o formol que causou danos, e querem que eu também acredite nisto.

Logo no início da consulta sempre pergunto por que elas insistem no método mesmo sabendo que está proibido. Utilizo o argumento de que faz mal para a saúde delas mesmas, e mais ainda para a saúde dos cabeleireiros que cedem aos apelos das clientes para fazer este tipo de procedimento.

Vejo em uma boa parte das pacientes uma tendência a crer que apenas a escova progressiva batizada com formol deixa seus cabelos de um jeito que entendem que fica mais bonito. Esquecem-se dos riscos já anunciados aos quatro ventos por todas as associações que regulamentam o uso de produtos cosméticos e químicos sobre os males deste tipo de ingrediente. Nós médicos também não deixamos de orientar e de argumentar a favor da segurança e da saúde, mas parece que não somos escutados.

E não adianta pensar que isto nunca vai acontecer com você que insiste em usar formol para alisar o cabelo. Aquelas que chegam à clínica dizendo que fazem escova progressiva com formol há anos e nunca tiveram problemas, quando avaliadas clinicamente apresentam sinais de que o dano interno da fibra já ocorreu e que o dano externo é iminente. É questão de tempo para que este cabelo fique destruído pelo formol.

Do ponto de vista da saúde como um todo já vimos uma enormidade de casos divulgados pela mídia de clientes de salão que foram parar no hospital por conta do formol. Intoxicadas e com sérios problemas respiratórios, oculares e sistêmicos. E isto porque a cliente fica exposta pouquíssimo tempo ao produto. Agora imaginem os cabeleireiros que ainda utilizam o formol em seus salões.

Estes podem até estar satisfazendo a vontade de suas clientes e se beneficiando com o lucro fácil que vem de um movimento de clientes que ainda se submetem a este procedimento. Mas poderão não ter saúde no futuro para gozar deste dinheiro, uma vez que a continuação do uso do formol cobrará um preço caro por terem sido profissionais que não seguiram às recomendações da ANVISA e de todas as associações médicas que têm como objetivos evitar riscos e protegê-los.

Para finalizar, não pense que aquela máscara colocada com o intuito de evitar a inalação do vapor do formol é suficiente. Não é! Quem usa está correndo risco do mesmo jeito e muito mais os profissionais do que as clientes que se submetem ao procedimento a cada dois a três meses.

Vou fazer uma afirmação importante aqui: são irresponsáveis os clientes que insistem em pedir escova com formol e os cabeleireiros que cedem a estes pedidos ou que batizam produtos de alisamento com este composto. Não, eu não estou sendo exagerado. Só estou querendo ser escutado, uma vez que minhas afirmações podem até chocar, mas visam o bem estar e a saúde de clientes e profissionais cabeleireiros.

Sigo com a campanha: NÃO USE FORMOL PARA ALISAMENTO CAPILAR
Em tempo, a ANVISA permite 0,2% de formol como conservante. Mais que isto é crime."

Espero com esta materia do dr Ademir, ter ajudado as pessoas que leem este meu espaço.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Cosmeticos - Novidades

Utopia - Cosmeticos realmente tox-free




Oi amigos, resolvi fazer este post sobre este produto por conhecer, e muito a quimica que trabalhou nesta composição que se chama Sonia Corazza, e que é uma pessoa que sempre me incentivou nesta batalha contra os produtos que são 100% gato por lebre, e segue junto a materia do Dr.Ademir Carvalho Leite Junior.


Utopia: Boas e corajosas ideias do mercado cosmético para cabelos

O que você pensaria se descobrisse que uma importante química brasileira e alguns empreendedores ousados tivessem resolvido lançar uma linha cosmética capilar livre de produtos reconhecidamente nocivos para a nossa saúde?
No mínimo teria curiosidade de conhecer, certo? 
Foi o que aconteceu comigo quando fui convidado para o lançamento da linha Utopia, idealizada e lançada na semana passada pelos empresários Marcos Furquim e Camila Bianchi em parceria com a querida amiga Sônia Corazza (química), e os publicitários Pedro Borelli e Bruno Bianchini. 
O evento realizado no Salão Bardot, um lindo espaço de beleza e integratividade localizado na Vila Madalena, em São Paulo, teve apresentação teatral, palestra da Sônia Corazza sobre ingredientes nocivos em cosméticos e, por fim, a apresentação de todo a linha pelo pessoal da publicidade envolvido no projeto.
A imagem visual dos produtos fala por si só. Com embalagens e rótulos com estilo retrô o conjunto tem um charme próprio. 
A proposta de evitar o uso de produtos nocivos como sulfatos, corantes, cocoamide dea e fragrâncias livres de ftalatos é perfeita. Vem de encontro a uma tendência mundial de se evitar ao máximo os riscos à saúde, ideia com a qual eu compartilho plenamente. 
Os argumentos contrários ao uso de ingredientes nocivos à saúde foram demonstrados com muita competência pela química Sônia Corazza que fez uma palestra totalmente fundamentada em estudos científicos publicados em periódicos de grande relevância no cenário da ciência mundial. 
A linha de cosméticos capilares Utopia também ousa por nascer bem humorada. Algo que falta à grande maioria das propostas cosméticas que temos no mercado, como podemos ver nos personagens criados para fazer parte da embalagem e do marketing do produto e que aparecem junto a esse texto.
As formulações bem estudadas prometem cuidar dos cabelos com carinho. Algo que, de certa forma é essencial quando pensamos no quanto os cabelos vem sendo agredidos pelas químicas ultimamente.
Volto a reforçar o que disse no texto citado no parágrafo anterior. Ideias novas e que acompanhem menos riscos para a saúde dos usuários são, hoje em dia, um serviço de utilidade pública. Hoje há um número infinito de propagandas de cosméticos que prometem milagres sendo veiculadas nas mídias por todos os cantos. Esse cenário deixa a população sem rumo e com muitas dúvidas sobre o que usar em seus cabelos. 
Uma linha que surge com o propósito maior de ser sincera no que diz respeito à não utilização de produtos nocivos à saúde e que segue as rígidas legislações canadense, alemã e japonesa na produção de seus cosméticos, deve ser apresentada como uma verdadeira boa ideia para o mercado cosmético de cabelos. 



Espero que tenham gostado deste post, sobre novidades em cosmeticos.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Cabelos atrizes da Rede Globo - Mechas Ombré

MECHAS OMBRÉ - MALIBU

Você já ouviu falar das mechas Ombré Malibu? Eu também confesso que nunca tinha escutado algo a respeito até ver uma reportagem falando da transformação capilar que a atriz Fernanda Machado, a Leila de Amor à Vida, precisou fazer para mudar o visual de sua personagem. A mudança na coloração dos fios da atriz tem o nome de Ombré Malibu, qur atualmente virou febre nos salões de beleza para a próxima estação.
Mas o que é Ombré Malibu?
São mechas suaves, que seguem da raiz às pontas, não tem marcação e podem ser usadas em até três tons, dando um aspecto mais natural ao cabelo. O resultado é bem sutil e você não fica super loira e também não fica com os cabelos sem toque de luminosidade com fios monocromáticos.
Para fazer as mechas Ombré Malibu é preciso que as mechas sejam primeiro descoloridas em forma diagonal para não marcar o cabelo. Depois tingidas ou tonalizadas com as cores e tons escolhidos junto ao profissional . Vale lembrar que essas mechas só podem ser feitas em cabelos médios ou  compridos, e em qualquer tipo de fio de cabelo (fino, médio ou grosso), e logico os da atriz Fernanda Machado, como são ondulados dão um belo efeito, já nos lisos acho que fica mei sem graça, ainda não fiz nenhum.
O responsável pela mudança no cabelo de Fernanda foi o colorista Juha Antero, do MG Hair, do salão do hairstylist Marco Antônio de Biaggi. Para chegar a essa cor, Juha misturou três tons de mechas: hot caramel, hot camomila e areia.



 Colaboração e foto SAC Rede Globo

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Escova Progressiva

Escovas Progressivas – Cauterização Capilar – Realinhamento Capilar – Redução de Volume
Botox Capilar – Sem Formol – Acido Glioxílico - Alisamento sem formol
Glutaraldeido



Bem amigos como tinha prometido volto a falar sobre esta porcaria que os salões e cabeleireiros estão fazendo nos cabelos das clientes por não querem utilizar os produtos certo para alisamento.
Peço desculpa as colegas cabeleireiros que não trabalham com este produto altamente nocivo aos profissionais e aos consumidores, mas até o momento, mesmo depois de ter sido divulgado em programa em rede nacional, continuam como se nada tivesse acontecendo, mas precisamos sim denunciar esta afronta, cabelos lisos sem química não existe este milagre consumidor, para isto fiz este post e pesquisei e muito sobre isto.

Formol ou Formaldeído

Sinônimos: formaldeído, formalina, metil aldeído, metileno glicol, oxido de metileno, metanal, formalida 40, morbicida, BFV, formalite, aldeído fórmico, Yde, Ivalon, Karsan, Lysoform, Oxometano, Oximetileno.

O formaldeído é um gás produzido mundialmente, em grande escala, a partir do metanol. Em sua forma líquida (misturado à água e álcool) é chamado de formalina ou formol – solução aquosa: 37 a 50% de formaldeído e 6-15% de álcool que tem função de estabilizante (IARC, 2004, OSHA, 2002).
O nível de formol na atmosfera é geralmente abaixo de 0,001 mg/m3 em áreas rurais e abaixo de 0,02 mg/m3 em áreas urbanas (IARC, 2004 – vol.88).

Conversão: 1 ppm = 1,25 mg/ m3
1mg/m3 = 0,8 ppm (em 20 ºC)

A produção anual de formol é de aproximadamente 21 milhões de toneladas. É muito utilizado em resinas sintéticas, fenólicas, uréicas e melamínicas nas indústrias de madeiras, papel e celulose; em abrasivos, plásticos, esmaltes sintéticos, tintas e vernizes; na indústria têxtil e de fundição; em adesivos, isolantes elétricos, lonas de freio, etc. Fontes comuns de exposição inclui ainda o que é liberado pelos veículos, a fumaça do cigarro, o uso de desinfetantes, conservantes e produção e uso de fungicidas e germicidas (IARC, 2004).

Comparado a outros países, o Brasil é um médio produtor de formaldeído, mas essa produção tem experimentado um grande incremento, principalmente a partir da década de 90. Chama atenção a produção dos Estados Unidos que excedeu a 2000 toneladas nos quatro períodos analisados e a do Japão, que excedeu a 1.000 toneladas a partir de 1986. No Canadá, em 1996, a produção de formaldeído foi de aproximadamente 222.000 toneladas (Environment Canadá, 1997b), tendo aumentado em mais de duas vezes em um período curto de seis anos.


Uso como alisantes de cabelos

A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer classifica as ocupações de cabeleireiro e barbeiro no grupo 2A, ou seja, os agentes químicos a que são expostos no exercício de suas funções foram classificados como prováveis cancerígenos (IARC, 1993). A exposição é diária e abrangem uma grande quantidade de produtos, incluindo tinturas e descolorantes, shampoos e condicionadores, loções para cabelos, unhas e pele. Sabe-se também que não há utilização de equipamentos de proteção individual ou coletiva.

Nos últimos anos, no Brasil, os salões de beleza têm utilizado extensivamente o formol como alisantes capilar nas denominadas escovas progressivas – método de alisamento que para alcançar o efeito desejado deve ser feito múltiplas vezes. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa proibiu o seu uso com essa função, mas a técnica continuou sendo utilizada por muito tempo, por profissionais de beleza, pois como não há produtos com formol autorizados com a função de alisar os cabelos, supõe-se que o mesmo vem sendo adicionado aos cabelos a critério de cada especialista.

A Anvisa estabeleceu que o uso do formol é permitido apenas como conservante na concentração de 0,2% e como endurecedor de unhas na concentração de 5% (RDC nº 162 de 11 de setembro de 2001). A Anvisa proibiu também o uso do formol em produtos de limpeza (detergentes, desinfetantes, alvejantes e demais materiais saneantes – RDC nº 35, de 03 de junho de 2008), baseados no artigo 5º da Resolução nº 184 de 22 de outubro de 2001, que proíbe o uso de substâncias carcinogênicas, teratogênicas e mutagênicas nas formulações de produtos saneantes. Em 17 de julho de 2009, outra Resolução foi publicada no Diário Oficial da União - RDC No- 36. Proíbe a exposição, a venda e a entrega ao consumo de formol ou de formaldeído (solução a 37%) em drogaria, farmácia, supermercado, armazém e empório, loja de conveniência e drugstore. Discorre ainda sobre a adição de formol: “Art. 2º A adição de formol ou de formaldeído a produto cosmético acabado em salões de beleza ou qualquer outro estabelecimento acarreta riscos à saúde da população, contraria o disposto na regulamentação de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes e configura infração sanitária nos termos da Lei no- 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.”.

A finalidade dessa Resolução foi de restringir o acesso da população ao formol, coibindo o desvio de uso do formol como alisante capilar, protegendo a saúde de profissionais cabeleireiros e consumidores. Dados recebidos pela Anvisa mostram que as notificações de danos causados por produtos para alisamento capilar triplicaram no 1º semestre de 2009 em comparação com todo o ano de 2008, sendo que na maioria dos casos há suspeita do uso indevido de formol (e também de glutaraldeído) como substâncias alisantes.

No Estado do Rio de Janeiro, no dia 18 de março de 2009, o governador Sérgio Cabral sancionou uma lei (5.409/09) que obriga os salões de beleza do Estado do Rio de Janeiro a informar em cartaz afixado em local de fácil visualização, o seguinte texto: “O uso de formol nos tratamentos capilares é proibido e causa males à saúde. Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio – telefone 0800 282 7060”.

Existem substâncias ativas específicas com propriedades alisantes como o ácido tioglicólico, hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de cálcio, hidróxido de lítio e hidróxido de guanidina alumínio que são permitidos pela legislação brasileira. Devido à semelhança química com o formol, o glutaraldeído vem sendo utilizado sem permissão da Anvisa com a finalidade de alisante, mas que apresenta os mesmos riscos e restrições (Anvisa, 2009). 

Cosméticos

A população pode entrar diretamente em contato com produtos que contém formol, formalina e/ou para formaldeído pelo uso de shampoos e outros cremes para o cabelo; desodorantes, produtos de banho, cremes e loções para a pele. O contato pode se dar nos olhos (máscara e maquiagem), na mucosa oral (refrescantes bucais), na mucosa vaginal (desodorantes vaginais) e nas unhas (removedores de cutícula, cremes e loções de unhas). O uso de aerossóis pode resultar numa potente fonte de inalação do formol (Cosmetic Ingredient Review Expert Panel, 1984).

Toxicidade

Devido a sua solubilidade em água, o formol é rapidamente absorvido no trato respiratório e gastrointestinal e metabolizado. Embora o formol ou metabólitos sejam capazes de penetrar na pele humana, a absorção dérmica é mais leve, porém podem induzir a dermatites de contato. Desta forma, o formol é tóxico se ingerido, inalado ou tiver contato com a pele, por via intravenosa, intraperitoneal ou subcutânea.


Única ou repetida exposição
Irritante aos olhos, nariz e garganta.

Após 30 minutos
Lacrimação e intolerância por algumas pessoas.

Sintomas frequentes em caso de intoxicação:

Inalação: forte dor de cabeça, tosse, falta de ar, vertigem, dificuldade para respirar e edema pulmonar.  Pode causar ainda irritação nos olhos, nariz, mucosas e trato respiratório superior. Em altas concentrações pode causar bronquite, pneumonia ou laringite.
Pele: O contato com o vapor ou com a solução pode deixar a pele esbranquiçada, áspera e causar forte sensação de anestesia e necrose na pele superficial. Longos períodos de exposição podem causar dermatite e hipersensibilidade, rachaduras na pele (ressecamento), ulcerações, principalmente entre os dedos.

Olhos: Pode causar conjuntivite.

O formaldeído é um agente reconhecidamente cancerígeno em humanos
Em relação ao câncer - não há níveis seguros de exposição

Tipos de câncer associados à exposição do formaldeído:
Nasofaringite e Leucemia
Adenocarcinoma nasal
Existe evidência limitada em humanos de câncer nasal causado por formaldeído.
Genotoxicidade e citotoxicidade do formol
O formaldeído é genotóxico em modelos in-vitro, animais e humanos. A genotoxicidade e citotoxicidade têm papéis importantes na carcinogênese do formaldeído em tecidos nasais.
Em relação ao câncer, ressalta-se que não há limites seguros de exposição a agentes cancerígenos.

- Apesar das leis que proíbem o uso de formol como alisante de cabelos, essa prática continua sendo utilizada amplamente por salões de beleza no Brasil, mesmo porque a procura pelos efeitos do uso de formol nos cabelos continua crescente.
- Os cabeleireiros fazem parte de uma força de trabalho que por si só, constituem uma circunstância de risco para o desenvolvimento de câncer, por trabalharem com inúmeras tintas, misturas e produtos já classificados como cancerígenos. Adicionando-se a manipulação do formol, que para essa finalidade, parece ser uma particularidade do nosso país, o risco tende a crescer.
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária vem aos poucos, elaborando leis cada vez mais restritivas ao uso do formol e propondo substituição desse agente em vários produtos. No entanto, empenhos devem ser feitos em relação a fiscalização dos ambientes de trabalho.
- Embora no Rio de Janeiro, haja uma lei específica, sobre a obrigatoriedade de informar ao cliente que frequenta salões de beleza de que o uso do formol está proibido por lei, essa prática não tem sido observada na prática.
- Embora no Brasil, o uso do formol tem ganhado mais atenção pela mídia, dado o uso como alisante de cabelos, não deve ser esquecido o seu uso em outras categorias profissionais como em técnicos de laboratório e patologistas, que geralmente trabalham em locais fechados.

Espero com este post estar ajudando a todos os que leem o blog a conhecer melhor estes falsos produtos “inofensivos”, milagrosos que estão sendo utilizados em grande escala em salões de cabeleireiros em todo o Brasil.


Referencias Bibliográficas
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Cosméticos - novidades

PRACAXI? PRÁ QUE?

Definitivamente o Brasil é Hype...

A bem pouco tempo falar de um cosmético formulado com óleo de pracaxi seria desprezível, afinal esse árvore era conhecida para o tratamento contra picada de cobras e cicatrização de úlceras pelas populações amazônicas. E SÓ!

Mas com o lançamento da linha Rainforest, da marca inglesa The Body Shop (L´Oreal Group), tudo mudou.

Vendida como linha eco.consciente e de alta performance para cuidar dos cabelos, suas fórmulas contém ativos 100 % naturais com benefícios funcionais, isenta de silicones, corantes artificiais e parabenos.

São 4 variantes: Moisture (cabelos secos), Shine (cabelos opacos e desvitalizados), Radiante (cabelos tintos) e Balance (cabelos finos e mistos).
O principal ingrediente é o óleo de pracaxi , extraído da árvore Pentaclethara macroloba Wild , que pode ser considerado um dos inúmeros alternativos para o silicone.


Chic!
Colaboração: Sonia Corazza 

Cabelo Atrizes da Rede Globo

Bruna Marquezine 
Muda cor do cabelo para proxima novela 


A atriz Bruna Marquezine vai viver a protagonista Helena na próxima novela das 21h de Manoel Carlos, “Em Família”, a moça passou por uma mudança nos cabelos. As mudança que a atriz fez nos cabelos foram um corte e depois escureceu os cabelos, além de fazer algumas mechas mais claras no topo da cabeça. Para dar volume, Bruna Marquezine ainda recorreu a aplicação de mega hair.
O resultado da mudança nos cabelos da atriz foi mostrado pela namorada de Neymar em uma foto postada no Instagram, nesse domingo. “Helena. ‘Em Família’”, escreveu a global na legenda da imagem.
O responsável pela mudança foi o cabeleireiro Flávio Priscott, que divulgou fotos do processo da mudança de visual.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Escova Progressiva

Escova Progressiva - Realinhamento Capilar - Selagem Termica - Cristalização Capilar
Sem Formol - Acido Glioxilico - Botox Capilar 


Todos nomes para a mesma coisa, e a baixo vejam um caso que deu errado e ai vemos os danos que tudo isto provoca no cabelo:

Jennifer Aniston corta cabelo depois de escova brasileira dar errado


Jennifer Aniston pelada, sem maquiagem e até com dedo do pé quebrado continua lindíssima. E uma das razões de tanta beleza é o seu cabelo invejado por muitos! No entanto, uma escova progressiva brasileira (processo de alisamento) quase fez com que Aniston perdesse todo o charme que carrega nos fios.
Em entrevista à revista Elle UK (do Reino Unido), Jennifer contou sobre o episódio: “Cortei meu cabelo faz dois dias. Não mudei para um papel. Meu cabelo passou por uma fase. Fiz o que chamam de progressiva brasileira e meu cabelo não reagiu muito bem”.

“Agora, ele está uns dois dedos acima dos meus ombros. No minuto em que cortei já queria o meu antigo de volta. É sempre assim. Estou tentando, de verdade, amar este corte”, acrescentou. Para quem não sabe, a atriz mantém um corte clássico há anos, pouco maior do que atualmente.

jennifer aniston Cabelos Jennifer Aniston Corta o Cabelo após Progressiva dar Errado