quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Escova Progressiva


Cabelos feitos com carbocisteina(2)


antes(1)


antes(2) olhem o volume



depois do tratamento,vejam a restauração e brilho neste cabelo com coloração

antes, este cabelo é crespo tem coloração e mechas

depois do tratamento, vejam o efeito restaurador do tratamento.

Importante, qualquer dos dois cabelos quando lavados em casa,permanecem com o crespo mais aberto logico, mas totalmente sem volume.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Escova Progressiva

Novos ativos -

Carbocisteina e ácido glioxílico








A tecnologia da beleza descobriu duas substâncias que prometem alisar até fios descoloridos. Conheça o que é carbocisteina e acido glioxilico.



Bem classificado no ranking dos serviços mais pedidos nos salões, o alisamento é um assunto que rende. Das tradicionalíssimas escovas, todas a base principalmente de formol ou de outro “deidos” à invenção de uma pílula que interfere no gene trichohyalin, responsável pelo liso ou encarolado do cabelo, parece que não a mais o que inventar para alisar cabelo. Mas de todas as técnicas que surgiram para dar aquela alisadinha nos cabelos, nada foi mais comentado do que o uso do formol. Tanto que, como a legislação limita sua concentração em 0,2% - que tem apenas função de conservante e não de alisante, por conta dos riscos que pode oferecer a saúde dos profissionais cabeleireiros, principalmente, muitas empresas saíram em busca de ativos que satisfizessem o desejo das clientes por um cabelo mais liso ou com redução do volume e frizz, mas de forma segura, sem odor desagradável e de preferência que tratassem os fios. Atualmente, dois ativos que são velhos conhecidos da indústria farmacêutica, vem despertando o interesse dos fabricantes de cosméticos para incrementar suas formulas alisantes: o acido glioxílico e as oxoacetamidas de carbocisteína. Ambos podem ser misturados, mas exercem funções diferentes quando aplicados na fibra capilar. O primeiro mexe com a estrutura do fio, permitindo que ele seja modelado. Já o segundo seria responsável por conferir efeito hidratante e restaurador, um potente tratamento. Porem, como este não alisa sozinho, precisa ser combinado a outra substancia, como por exemplo, as coxoacetamidas de aminoácidos. Vamos tentar explicar o que prometem os dois novos ativos que invadiram o mercado.

CARBOCISTEINA - fique por dentro

Derivada de um aminoácido (parte da proteína) chamado L-cisteina, a carbocisteina confere força e resistência aos fios, reparando as fibras capilares devido a sua alta bioafinidade com os fios. Por apresentar uma estrutura molecular menor, penetra no córtex e forma ligações fundamentais para reforçar sua estrutura. Essas ligações são responsáveis pelas ondas que aparecem nos cabelos e permite ao cabeleireiro moldá-lo. Acredita-se que devido a sua alta afinidade com a queratina, a carbocisteina atue adesivas as cutículas danificadas dos fios, o que justifica seu efeito hidratante, condicionador e restaurador. Como já foi dito, a carbocisteina sozinha não alisa, por isso é necessária sua associação com uma cadeia de aminoácidos, que são moléculas de baixo peso e que atuam agentes de retenção de moléculas de água.

ÁCIDO GLIOXÍLICO – um raio-X

O ácido glioxílico ou ácido formilfórmico é um ácido orgânico de fórmula OHC-COOH, e é o mais simples dos ácidos-aldeídos. Consiste numa forma modificada do ciclo dos ácidos tri carboxílica que ocorre na maioria das plantas e microorganismos, mas não nos animais superiores. Este acido libera substancias (aldeídos) que promovem a quebra das pontes de cistina. Por ter um pH alto, quando aplicado no cabelo, dilata as cutículas, permitindo assim a entrada do ativo alisante, para que ele possa agir no interior do fio, ou seja, no córtex. Lá, rompe boa parte das pontes de enxofre, que ficam entre dois aminoácidos chamados de cistina, um dos 18 aminoácidos que formam a fibra capilar e é responsável por sua resistência e forma. Segundo Patrícia Morais, gerente de marketing técnico da Pic, fornecedora da matéria prima acido glicoxílico, este ativo oferece variação no seu poder de alisamento conforme a quantidade utilizada. Pode ser usado em concentração de 1% a 20% e o resultado também depende do cabelo.

E ELES ALISAM MESMO

Nos estudos realizados com carbocisteina, percebesse uma redução no volume de cerca de 90% e um alisamento quase que total em cabelos louros. E em fio virgens em até 50%. Vale destacar que pode haver um desbotamento de 1 a 2 tons

QUAL A DIFERENÇA?



Dois pontos chamam a atenção. O primeiro é que o procedimentos de redução de volume com estes ativos apresentam pH bem acido, entre 1 e 1,5 para acido glicoxílico (após a manipulação feita pelos laboratórios) e entre 1,5 e 2,0 para as formulações com carbocisteina. Mas a de se ter cuidado com as várias aplicações por os produtos serem muito ácidos e comprometer a fibra capilar. Outro ponto é que os dois ativos devem ser removidos (lavados) no mesmo dia, cerca de 20 minutos em média, após o processo de escovação e piastra, devido à alta acidez dos mesmo. Quanto à durabilidade temos entre 7 a 10 lavações para o ácido glioxílico, dependendo na sua concentração, e entre 50 a 60 lavações para a carbocisteina.

Quanto à incompatibilidade com outros produtos de alisamento ou coloração, ainda não se tem informação, mas deve-se cuidar com relação aos produtos que contenham metais (henne, henna etc...). Sempre devemos ter a atenção redobrada quando falamos em produtos químicos e fizer sempre um bom diagnostico.

Sempre é bom conversar com a cliente sobre a existência de problemas, como queda dos fios ou couro cabeludo sensível, alergias e histórico recente de irritações ou dermatites.

Quanto à aprovação pela ANVISA, os dois ativos são liberados como produtos de grau1, ou seja, cosméticos destinados a proteção e tratamento dos fios, e que levam a denominação de xampu, condicionador ou defrisante. Para que possam adquirir a classificação de grau 2 (os que tem a capacidade de transformar a estrutura capilar), muitas pesquisas ainda precisam ser feitas.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Desejo a todos um grande ano de 2011 abençoado por Deus, tudo de bom.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Caros amigos, neste dia que é o mais significativo para a humanidade, desejo a todos um FELIZ NATAL , e que em 2011 todos os desejos se concretizem. Abraços

domingo, 12 de dezembro de 2010

Descoloração: como fazer, e sem erro (3) final


 
Dicas de como realizarmos um bom clareamento total ou parcial dos fios:

- na descoloração total (cabelos virgens) sempre inicie pelo meio e pontas deixando longe do couro cabeludo de dois a três cm, após atingir o tom desejado efetue o clareamento próximo ao couro cabeludo;

- inicie utilizando o descolorante com um peróxido de hidrogênio de baixa volumagem, para depois utilizar o de volumagem maior;

- em caso de clareamento parcial (mechas, reflexos etc.) também utilize primeiro um oxidante de baixa volumagem e vá aumentando até atingir o tom desejado, deste modo você não ira danificar os fios;

- no caso de decapagem (clareamento de um cabelo anteriormente colorido) utilize o mesmo critério e observe se não tem parte de cabelos virgens;

- cabelos virgens descolorem mais rápido do que cabelos com coloração de oxidação;

- cabelos com tonalizantes, custam mais a serem decapados

- cabelos com colorações metálicas têm pouco poder de clareamento, normalmente a decapagem fica quente e provoca o emborachamento do fio;

- em cabelos danificados, realize um teste antes do fazer o serviço

- lembre-se um bom diagnostico e certeza de um bom trabalho sempre.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Descoloração com fazer,  sem erros(2)

continuação




Hora de colorir

Matizar é colocar cor no cabelo e passo essencial depois da descoloração. Nessa hora, o tonalizante é a melhor pedida porque ele tem mais pigmento do que a tintura permanente a descoloração e a matização podem ser feitas no mesmo dia, uma seguida da outra, e no lavatório, já que o tonalizante vai agir rapidamente, em cerca de três a quinze minutos. Pode ser passado sobre a touca de silicone, se você tiver feito mechas, ou na cabeça inteira de uma só vez, se a descoloração foi realizada no cabelo inteiro ou em algumas mechas para fazer reflexos – o que, de quebra, dá uma reavivada na cor de fundo. O mesmo efeito é conseguido por quem prefere levar a cliente novamente à cadeira depois de enxaguar o descolorante, secar os fios para só então aplicar o tonalizante, porém isso vai exigir muito mais tempo e trabalho. Seja qual for a sua escolha, só não vale descolorir e mandar a cliente para casa. É que o louro despigmentado é amarelado, e para chegar em um tom de louro mais puro é preciso deixá-lo bem claro, o que pode destruir o fio. Nesse caso, a melhor opção é descolorir e, em seguida, aplicar um tonalizante para conquistar uma cor com aspecto natural.



De olhos bem abertos

O segredo para se sentir confiante ao fazer uma descoloração é conversar com a cliente sobre os produtos que ela utilizou, os cuidados que tem em casa e analisar a resistência do fio. Mesmo que ele seja virgem, o teste da mecha é fundamental. E fazer é fácil: separe um tufo na região da nuca e aplique o descolorante. Aguarde o tempo de pausa recomendado pelo fabricante, enxágue e verifique se ele está resistente – se o procedimento. Mas se estiver forte, pode aplicar o produto no restante da cabeleira. E lembre-se: alisamento e descoloração podem ser feitos no mesmo cabelo, mas nunca no mesmo dia. O ideal é dar um intervalo de pelo menos 15 dias entre os procedimentos para não fragilizar a fibra capilar e, nesse meio tempo, pedir para a cliente fazer hidratações semanais com queratina. Porém, descolorante não combina com alisante que colore, caso do henê, que pode quebrar os fios.



Descoloração como fazer,  sem erros(1)



Apesar de ser uma das técnicas mais realizadas no salão, a despigmentação capilar ainda gera muita polêmica. Aqui, um guia para deixar tudo às claras


A confusão já começa pelo nome: descoloração, despigmentação e decapagem são a mesma coisa. Porém, esta última está em desuso, principalmente por quem não quer parecer out. Isso porque o termo teve seu auge nos anos 1950 e 1960, quando a coloração não tinha tecnologia suficiente para tingir os fios – primeiro, era preciso fazer uma limpeza dos pigmentos para só então aplicar a cor. Outra confusão clássica é achar que dá para usar tintura no lugar de descolorante. É impossível comparar a atuação desses dois produtos. Tudo bem que a tinta clareia e colore ao mesmo tempo, mas ela não vai além de quatro tons, enquanto o descolorante aumenta em até oito o clareamento do cabelo e permite também fazer mechas.



Como descolorir não tem receita, para acertar a mão, literalmente, é preciso compreender o mecanismo de ação do produto e ficar craque em algumas regrinhas básicas. Pronto para começar?



Por dentro do pote

O agente clareador do descolorante pode ser a amônia ou o peróxido de hidrogênio. A decisão sobre qual usar depende da situação dos fios que vão ser trabalhados. Como a amônia abre as cutículas com facilidade e rapidez, costuma ser mais usada nos virgens, médios, grossos ou escuros, o que ainda reduz o risco de eles ganharem mechas avermelhadas. Em contrapartida, o peróxido de hidrogênio age mais lentamente, o que permite ter maior controle em um cabelo claro, alisado, colorido ou com qualquer outro tipo de química. Em relação à tecnologia, uma das melhores novidades é a chamada dust free, que indica um descolorante com peso molecular maior do que a versão tradicional. Com isso, o pó não levanta ao ser manipulado, formando uma nuvem. Isso evita o desperdício e a inalação da substância, que pode causar dor de cabeça, náusea, formigamento

no rosto e vermelhidão nos olhos, entre outros efeitos colaterai como as renites. Já o selo “amônia free” é usado apenas para reforçar que, em vez de amônia, o descolorante contém peróxido de hidrogênio, o que é uma bobagem pois os dois promovem a dilatação das cutículas.



Oxidar é preciso

O oxidante, também conhecido como OX ou água oxigenada, contém oxigênio em sua formulação e é o responsável por ativar o peróxido de hidrogênio ou a amônia do pó descolorante. Verdade seja dita, a água oxigenada sozinha até consegue descolorir, mas o resultado é muito suave porque ela abre a cutícula superficialmente. Isso ajuda a entender por que quanto mais alta a volumagem do oxidante, mais acelerado é o processo de descoloração. Como fazer mechas é um processo demorado, é normal começar com uma volumagem 10 na parte de baixo e de trás da cabeça, usar 20 ou 30 na da frente e 40 no topo. Já para uma despigmentação segura e controlada no cabelo inteiro, geralmente é usada volumagem 10 ou 20. Em tempo: no lugar da volumagem, algumas marcas usam os números em porcentagem. Assim, 3% significa que o cosmético tem 10 volumes, 6% é o mesmo que 20 volumes, 9% que 30 volumes e 12%, 40 volumes. Em relação à mistura de descolorante com água oxigenada, cada fabricante tem a sua receita indicada na bula. Mas geralmente eles usam a referência 1 para 1 ou 1 para 2, ou seja, uma medida de pó para uma ou duas de água oxigenada.